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Conheça as 4 doenças de verão mais comuns

Doenças de verão

No Brasil, o período compreendido entre os meses de dezembro e março apresenta um clima quente e úmido, característico do verão. Consequentemente, o organismo também sofre com os efeitos desta estação, precisando se adaptar às condições em que é submetido. Diante disso, é fundamental para a sociedade ser orientada acerca das doenças de verão mais comuns. Essa lista inclui condições patológicas como desidratação, dengue, insolação e conjuntivite.

Neste artigo, abordaremos sobre as doenças citadas acima, elucidando quais são os seus principais sinais e sintomas, bem como as causas possíveis e a melhor forma de se prevenir contra cada uma delas. Continue a leitura!

1. Desidratação

A desidratação tem como causa o desequilíbrio entre ingestão e perda de líquidos. Algumas condições contribuem para esse quadro, como febre, sudorese, vômitos, diarreia e lesões significativas na pele.

É possível classificar a desidratação quanto ao seu grau de acometimento, variando entre leve, moderada e severa. Em casos mais simples, percebe-se que a pele e as mucosas ficam mais secas. Em casos mais graves, a desidratação chega a causar tonturas e vertigens no indivíduo.

A maneira mais simples de prevenir casos de desidratação é manter uma ingestão de água suficiente para suprir as necessidades corpóreas. Além disso, evite exposição ao sol por longos prazos.

2. Dengue

A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O ciclo de vida desse inseto se conclui em condições favoráveis de calor e umidade, de modo que é necessário um ambiente com água para a evolução dos estágios larvais.

Ao ser picado pelo mosquito infectado, o indivíduo pode contrair a doença, que pode ser clássica ou a hemorrágica. O sintoma mais comum é o início súbito de quadro febril, seguido por erupções cutâneas, dores corporais e fadiga. Com a percepção dos sinais, é fundamental a busca por acompanhamento médico.

A prevenção da dengue requer o combate ao vetor da doença, ou seja, o mosquito. Portanto, é de suma importância a adoção de medidas capazes de interromper o ciclo de vida do inseto, como a eliminação de focos de água parada.

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3. Insolação

A exposição ao sol e calor por longos períodos pode proporcionar o surgimento do quadro de insolação. Nesse caso, a temperatura corpórea do indivíduo ultrapassa os 40°C, causando a disfunção do sistema termorregulador e impedindo que o corpo lance mão de medidas para seu resfriamento.

Os sintomas dessa condição se apresentam de vária formas.

  • náuseas;
  • pele eritematosa (avermelhada);
  • taquicardia;
  • tonturas;
  • dispneia;
  • desmaios.

A prevenção inclui medidas simples de autoproteção, como evitar exposição ao sol entre 10h e 16h. Além disso, é essencial a ingestão de líquidos e o uso do protetor solar com FPS adequado para cada indivíduo.

4. Conjuntivite

O globo ocular é revestido anteriormente por uma membrana chamada conjuntiva. Portanto, quando essa membrana se encontra inflamada, chamamos tal condição de conjuntivite. As causas são diversas, podendo ser consequência de uma infecção microbiana ou até mesmo englobar alergias.

O sintoma mais observado é a vermelhidão ocular, podendo ser acompanhada de lacrimação e edema palpebral. Percebe-se ainda, em alguns casos, secreção purulenta ou esbranquiçada, que auxilia na definição do tratamento correto.

Para prevenir a conjuntivite, é ideal que a pessoa mantenha impurezas longe dos olhos. Isso inclui não coçar com as mãos sujas e não compartilhar objetos que tenha contato com a região ocular.

Esperamos ter esclarecido mais sobre as doenças de verão mais comuns. Com as informações acima, é possível detectar o início de um quadro patológico e buscar por tratamento antes que se torne mais grave. Além disso, é de suma importância adotar medidas de prevenção para cada doença.

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